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Ferramenta gratuita

Diagnóstico de suporte:
porque é que a equipa se afoga em tickets?

Uma equipa de suporte a apagar fogos raramente tem um problema de volume: tem pedidos a entrar por seis sítios, sem prioridade clara e a escrever pela terceira vez a mesma resposta. Seis perguntas para ver qual dessas três te come mais horas.

Por onde te chegam hoje os pedidos de suporte?

Por onde te chegam hoje os pedidos de suporte?

Quando chegam cinco pedidos ao mesmo tempo, quem decide a ordem?

Quando chegam cinco pedidos ao mesmo tempo, quem decide a ordem?

Quantos dos pedidos que atendem já tinham sido respondidos antes?

Quantos dos pedidos que atendem já tinham sido respondidos antes?

Se vendes horas de suporte, sabes quantas cada cliente já consumiu?

Se vendes horas de suporte, sabes quantas cada cliente já consumiu?

Quando uma incidência precisa de desenvolvimento, o que lhe acontece?

Quando uma incidência precisa de desenvolvimento, o que lhe acontece?

O que sabes do teu suporte do mês passado?

O que sabes do teu suporte do mês passado?

Põe-lhe um número

Põe-lhe um número

Três dados teus e dizemos-te quanto custa por ano. Não os guardamos até enviares o formulário.

min
€/h

O número é uma multiplicação do que acabaste de escrever, com a conta à vista. Não metemos nenhuma percentagem nossa pelo meio: se o valor não te bater certo, muda os dados e verás porquê.

O que o diagnóstico mede

As seis áreas que olhamos

Canais de entrada

Se os pedidos entram por um sítio ou por seis, e se ficam registados.

Prioridade

Quem decide a ordem quando chegam cinco coisas ao mesmo tempo.

Pedidos repetidos

Quantas vezes respondem ao mesmo e se está documentado.

Horas contratadas

Se o consumo de cada bolsa se desconta sozinho ou se fecha ao faturar.

Ponte com desenvolvimento

O que acontece a uma incidência quando precisa de mexer em código.

Medição

O que sabes do mês passado para além de ter havido muito trabalho.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o diagnóstico

Serve se damos suporte interno, não a clientes?

Sim. Muda o vocabulário, não o problema: os pedidos entram por todo o lado, priorizam-se por insistência e repetem-se igual. A única pergunta que pode não se aplicar é a das horas contratadas.

Tenho de deixar o email?

Para ver a pontuação, o detalhe e o teu problema principal, não. O email serve para o plano completo: o que fazer em cada área fraca e por que ordem.

De onde sai a pontuação?

Das tuas respostas. Cada área pontua de 0 a 3 e a nota é a média em 100. Não cruzamos nada com dados externos.

Vão ligar-me?

Só se pedires. O plano chega por email e decides tu.

Próximo passo

Queres contrastar o resultado?

Meia hora para ver a tua operação com o diagnóstico à frente e decidir o que mexer primeiro.

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