As subscrições recorrentes são o modelo de monetização preferido para apps e SaaS porque geram receitas previsíveis e melhoram o lifetime value do cliente. Mas implementar um sistema de billing recorrente bem feito é mais complexo do que parece.
Arquitetura de um sistema de subscrições
- Subscription Engine: gere o estado das subscrições (active, trialing, past_due, canceled, paused)
- Billing Engine: calcula os montantes a cobrar, prorrateos e gera faturas
- Payment Processor: executa as cobranças (Stripe, Redsys, RevenueCat)
- Dunning System: gere novas tentativas de pagamentos falhados
- Entitlement System: controla que funcionalidades tem disponíveis cada utilizador
- Analytics: métricas de MRR, churn, LTV, conversão de trial
Opção 1: Stripe Billing
A nossa recomendação por defeito. Gere a complexidade do billing recorrente e permite-lhe focar no seu produto.
Opção 2: RevenueCat para apps móveis
Se a sua app vive em iOS e/ou Android, as subscrições in-app têm as suas próprias regras. RevenueCat unifica ambas as stores.
Opção 3: Billing custom sobre Redsys
Apenas quando os volumes justificam a diferença de comissões ou há requisitos regulatórios.
Métricas que deve acompanhar
- MRR: Receitas recorrentes mensais
- Churn rate: Percentagem de subscritores que cancelam por mês
- Trial conversion rate: Percentagem de trials que convertem para pago
- Dunning recovery rate: Percentagem de pagamentos falhados recuperados
Conclusão
Implementar subscrições corretamente requer pensar no ciclo de vida completo: desde a aquisição (trial) até à retenção (dunning, cancelação com ofertas). Se precisa de implementar um sistema de subscrições, contacte a nossa equipa.